Bem louco isso, mas resolvi escrever aqui bem no trecho "Eu quero a verdade do olhar" da música Eu quero sol nesse jardim - Catedral.
Quanta verdade transbordando desses olhos. Quanta sinceridade. Quanto amor. Quanto afeto. Quanto brilho morando aí dentro, que parece que não acaba.
E é incrível o poder de persuasão cordiano que os mesmos têm.
Hoje eu vi os seus olhos marejarem, e pelos Céus. Induziram duas cordais vocais minhas a se entrançarem e escorrerem pelas paredes da minha faringe. Fez meu coração parecer uma grande peça de manteiga sambando sobre um prato no microondas.
Me senti como uma criança tentando com as próprias mãos devolver o que escorreu do sorvete cascão 3 bolas para o topo do sorvete. Totalmente em vão, e com pioras eminentes.
Tenho medo de machucar a laranja enquanto descasco com a faca.
Às vezes dá insegurança se o meu toque causa aumento do nível de cortizol.
Pode parecer exagero, mas não é melhor pecar pelo excesso de esmero do que pela falta?
Exaltação? Não. Cuidado. Com o que se toma cuidado se pode ter por vidas e mais vidas. Gerações e mais gerações. Com o que e com quem. E é o que eu quero.
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- Âmbar.
- A excentricidade cósmica do alasão humanóide, que ostenta galopes indetermináveis planeta adentro e afora.
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